Lembrando-me dos tempos passados, enfeitiço-me no sonhar que poderia ter nascido a séculos atrás e desfrutado de calorosas e intensas paixões...daquelas que se vê nos filmes, como por exemplo: Orgulho e Preconceito; Amor e Inocência etc...
É curioso vislumbrar como tal sentimento movia-se apesar dos tabus, das normas e das convenções... Não se vê o amor como antigamente. Penso que ultrapassamos amarras para o crescimento intelectual e científico e esquecemos da magia primordial do amor, do conquistar e do se entregar para o outro, sem medidas...
Talvez sejamos tão avançados, que um simples abrir de portas do carro seja uma ofensa ao mundo globalizado...
Pois então, que eu seja antiga, arcaica e tradicional...pois assim me torno ao amar...
São nas singelas purezas que o amor me proporciona que consigo vislumbrar o sentido de acreditar no amanhã, do viver com um só...
Não acredito em contos de fadas, mas me deletei-o a sonhos demorados e inocentes, como um beijo na testa, ou um olhar tímido ao tocar de mãos...
Serei eu tão estúpida por querer o melhor e não o mais atual...Acredito que não! Quero as formalidades, quero o romance dos livros, pois, acredito que todo amor tem a sua história...e se assim o for, quero a minha também...
Continuarei perturbando-me, assombrando-me e deleitando-me em meus sonhos de amor antigo, por mais que ele não apareça assim...
Deixo-os com uma linda passagem do filme ‘Orgulho e Preconceito’ baseado na obra de Jane Austen escrita em 1813...
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